Em um povoado africano o adivinho Ifá, muito querido por todos, tem que escapar da sua maior inimiga: A Morte, uma senhora muito poderosa que vem trazendo muitos problemas para o povoado. Para escapar da danada da Morte, ele conta com a ajuda da bela e misteriosa lavadeira Euá. A lavadeira é protegida por Olorum e quando seus filhos, os gêmeos Ibejis, têm sede ela se transforma em fonte para lhes dar de beber. Os meninos são corajosos e também enfrentam e enganam a Morte.
Bonecos artesanais, panos, brinquedos populares e objetos são manipulados e animados. A música ao vivo, composta por cantigas de matizes africanas e outras do cancioneiro popular, acompanha toda a encenação e a participação das crianças é solicitada em vários momentos do espetáculo.
Sinopse retirada do site: http://ubatubaemrevista.blogspot.com/2009/03/batalha-dos-encantados.html
segunda-feira, 25 de abril de 2011
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
COMO CRIAR UM BLOG
Esse tutorial foi criado por Ieda Santana, e está disponível no site http://www.slideshare.com.br/
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
STOP MOTION HP
Neste vídeo vocês poderão ver um grande exemplo de trabalho de stop motion para que suas criações sejam ainda melhores. Saibam que são meus melhores alunos do ensino médio.
VIDEO CORRESPONDENCIA SAYONARA PEREIRA
Encontrei o vídeo que se trata da nossa aula de arte é só assistir e tentar encontrar partes que estão integradas no caderno do aluno. Bom divertimento
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
LENDAS PARA TEATRO DE BONECOS 6ª TOPÁZIO (A MELHOR 6ª SÉRIE DA ESCOLA ESLI).
AQUI VOCÊS PODERÃO PESQUISAR E CONHECER UM POUCO SOBRE AS LENDAS DE CADA GRUPO. BOM ESTUDO.
PROF. ROGÉRIO.
PROF. ROGÉRIO.
LENDA FESTA NO CÉU
Todas as aves estavam alvoroçadas e alegres, preparando-se para o grande acontecimento: uma festa no céu. A bicharada que não voava se mordia de inveja por não poder ir. Festa no céu era um acontecimento, com seus salões dourados, tapetes de nuvem e luz de estrelas. A Tartaruga chegou a tentar voar com umas asas de taquara e couro de onça que amarrou ao casco.
Mas quem foi esperto mesmo foi o Sapo. Dizia a todo mundo que iria à festa e os bichos de penas davam risadas, não acreditando. E ele, muito quietinho, sem dizer a ninguém como pretendia chegar ao céu sem saber voar.
Na última hora, quando as aves se preparavam para partir, o malandro meteu-se dentro da viola do Urubu e viajou de carona, sem que ninguém suspeitasse de nada. Quando as aves viram o Sapo na festa, ficaram admiradas, perguntando como ele tinha conseguido.
Ele só queria saber de comer, beber e ... infelizmente, de dançar. Além de comilão era desajeitado na dança e quebrou uma porção de coisas. Logo, as aves falavam em "despejá-lo" lá de cima. Despeja, não despeja, o Sapo não quis correr o risco e se escondeu até o fim da festa, quando entrou de novo na viola do Urubu. Mas como tinha comido demais ficou pesado e, no meio do caminho de volta, o Urubu descobriu seu passageiro clandestino e disse:
- Desta vez, compadre Sapo, você não escapa. Vou jogá-lo aqui de cima, para você aprender a não ser atrevido.
De nada adiantou implorar, protestar ou chorar. O Sapo despencou numa "queda livre" e veio se esborrachar cá embaixo, numa pedra. O Urubu, chegando logo em seguida, ainda fez gozação:
- Ué, compadre! Já chegou? Veio rápido, hein?!
Claro que não teve resposta, pois havia pedaço de sapo para todo lado.
O Urubu que, afinal, tinha bom coração, voou para casa, pegou agulha e linha e, recolhendo os pedaços do Sapo, costurou-o todo direitinho.
"Acordando", o Sapo saiu aos pulos, sem nem agradecer o favor. Festa no céu, nunca mais!
É por isso que até hoje o sapo tem o corpo achatado e todo remendado.
Mas quem foi esperto mesmo foi o Sapo. Dizia a todo mundo que iria à festa e os bichos de penas davam risadas, não acreditando. E ele, muito quietinho, sem dizer a ninguém como pretendia chegar ao céu sem saber voar.
Na última hora, quando as aves se preparavam para partir, o malandro meteu-se dentro da viola do Urubu e viajou de carona, sem que ninguém suspeitasse de nada. Quando as aves viram o Sapo na festa, ficaram admiradas, perguntando como ele tinha conseguido.
Ele só queria saber de comer, beber e ... infelizmente, de dançar. Além de comilão era desajeitado na dança e quebrou uma porção de coisas. Logo, as aves falavam em "despejá-lo" lá de cima. Despeja, não despeja, o Sapo não quis correr o risco e se escondeu até o fim da festa, quando entrou de novo na viola do Urubu. Mas como tinha comido demais ficou pesado e, no meio do caminho de volta, o Urubu descobriu seu passageiro clandestino e disse:
- Desta vez, compadre Sapo, você não escapa. Vou jogá-lo aqui de cima, para você aprender a não ser atrevido.
De nada adiantou implorar, protestar ou chorar. O Sapo despencou numa "queda livre" e veio se esborrachar cá embaixo, numa pedra. O Urubu, chegando logo em seguida, ainda fez gozação:
- Ué, compadre! Já chegou? Veio rápido, hein?!
Claro que não teve resposta, pois havia pedaço de sapo para todo lado.
O Urubu que, afinal, tinha bom coração, voou para casa, pegou agulha e linha e, recolhendo os pedaços do Sapo, costurou-o todo direitinho.
"Acordando", o Sapo saiu aos pulos, sem nem agradecer o favor. Festa no céu, nunca mais!
É por isso que até hoje o sapo tem o corpo achatado e todo remendado.
LENDA ORIGEM DOS DIAMANTES
Um casal de índios vivia, juntamente com sua tribo, à beira de um rio da região Centro-Oeste.
Ele, um guerreiro poderoso e valente, chamava-se Itagibá, que significa "braço forte". Ela, uma jovem e bela moça, tinha o nome de Potira, que quer dizer "flor".
Viviam os dois muito felizes, quando sua tribo foi atacada por outros selvagens da vizinhança. Começou a guerra e Itagibá teve que acompanhar os outros guerreiros que iam lutar contra o inimigo.
Quando se despediram, Potira não deixou cair uma só lágrima, mas seguiu, com o olhar muito triste, o marido que se afastava em sua canoa que descia o rio.
Todos os dias, Potira, com muita saudade, ia para a margem do rio, esperar o esposo.
Passou-se muito tempo. Quando os guerreiros da tribo regressaram à sua taba, Itagibá não estava entre eles. Potira soube, então, que seu marido morreu lutando bravamente.
Ao receber essa notícia, a jovem índia chorou muito. E passou o resto da vida a chorar.
Tupã, o deus dos indíos, ficou com dó e transformou as lágrimas de Potira em diamantes, que se misturaram com a areia do rio.
É por isso, dizem, que os diamantes são encontrados entre os cascalhos e areias do rio. Os diamantes são as lágrimas de saudade e de amor da índia Potira.
Ele, um guerreiro poderoso e valente, chamava-se Itagibá, que significa "braço forte". Ela, uma jovem e bela moça, tinha o nome de Potira, que quer dizer "flor".
Viviam os dois muito felizes, quando sua tribo foi atacada por outros selvagens da vizinhança. Começou a guerra e Itagibá teve que acompanhar os outros guerreiros que iam lutar contra o inimigo.
Quando se despediram, Potira não deixou cair uma só lágrima, mas seguiu, com o olhar muito triste, o marido que se afastava em sua canoa que descia o rio.
Todos os dias, Potira, com muita saudade, ia para a margem do rio, esperar o esposo.
Passou-se muito tempo. Quando os guerreiros da tribo regressaram à sua taba, Itagibá não estava entre eles. Potira soube, então, que seu marido morreu lutando bravamente.
Ao receber essa notícia, a jovem índia chorou muito. E passou o resto da vida a chorar.
Tupã, o deus dos indíos, ficou com dó e transformou as lágrimas de Potira em diamantes, que se misturaram com a areia do rio.
É por isso, dizem, que os diamantes são encontrados entre os cascalhos e areias do rio. Os diamantes são as lágrimas de saudade e de amor da índia Potira.
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